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Tablets, videogames e aplicativos ajudam esportistas a manter a forma

Publicado em: 14/08/12

Tecnologias facilitam quem busca perder peso e ter uma vida saudável. Veja aplicativos e games que podem ser usados durante os exercícios.

Games, dispositivos portáteis e aplicativos tornaram-se aliados da atividade física. Para incentivar o esportista a apertar o passo, vale colocar zumbis em seu encalço ou criar uma rede social móvel para que ele possa competir com corredores do mundo todo. No pulso, o relógio funciona como personal trainer e um bracelete mede todas as calorias gastas durante o dia. Na sala de estar, o negócio é ganhar pontos em jogos de dança e ginástica para perder peso.
Apenas na loja virtual iTunes, da Apple, há mais de 8 mil aplicativos na categoria Saúde e Fitness. “Tudo que é motivação traz benefícios. E os aplicativos móveis são um tipo de motivação, pois mostram informações quantitativas e ajudam a traçar objetivos claros”, diz Bruno Franco, gerente de inovação da rede de academias Bodytech. “O aplicativo no celular funciona como o painel da esteira”, acrescenta.
Corredores conectados Cada vez mais integrados às redes sociais, os programas de exercícios para smartphones estão evoluindo para mostrar resultados mais interessantes. Criado há pouco mais de um ano por brasileiros em Nova York, o aplicativo Runens (disponível apenas para iOS) usa o GPS do smartphone para mostrar, em tempo real, onde seus amigos estão correndo pelo mundo e criar uma rede motivacional.
Marcio Cyrillo, criador do aplicativo com mais de 200 mil usuários no mundo, conta que a ideia do Runens surgiu quando ele viu pessoas correndo enquanto nevava em Nova York. “Pensei que era impressionante eles terem motivação para sair no frio. Na sequência, analisei os apps disponíveis e percebi que nenhum deles centrava a experiência do corredor e a recompensa pelos treinos”, conta Cyrillo ao G1 sobre o aplicativo, que também gratifica seus usuários com medalhas, assim como no Foursquare.

O fisioterapeuta Cláudio Cotter, de 35 anos, usa dois aplicativos no seu iPhone para correr. Porém, ele recomenda um relógio da marca Garmin para os exercícios do dia a dia. “O relógio dá todas as informações sobre a corrida e é mais leve e prático. Dá para montar um treino pelo relógio. Se você quer correr 1 km e parar, ele apita para avisar”, explica.
Cotter comprou o relógio nos Estados Unidos há sete meses por US$ 300. O mesmo é utilizado por Cesar Oliveira, de 32 anos, professor de educação física. “Não uso muito os aplicativos porque é preciso carregar o iPhone no treino. Além disso, ele pode tocar e interromper a concentração. Acho que o smartphone não é muito prático para treinos frequentes, mas pode ser interessante para uso esporádico”.

 

Outra novidade apresentada pela empresa BodyMedia no início deste ano é o Fit ArmBand, um sistema de monitoramento acoplado ao braço que rastreia todas as calorias queimadas nas atividades diárias do usuário, inclusive durante o sono.

Por meio de um aplicativo, o usuário pode ainda declarar tudo o que comeu ao longo do dia. No fim, o programa faz um balanço energético e mostra quantas calorias o usuário perdeu ou ganhou. O aparelho ainda não chegou ao Brasil, mas pode ser comprado pelo site da BodyMedia por US$ 150 (acesse aqui).
Games Lançado para o público no início deste ano, o aplicativo “Zombies, Run!” vai além e traz a lógica dos videogames para a corrida. A primeira temporada tem 23 capítulos e conta uma história pelos fones de ouvido do smartphone enquanto o usuário corre. “Na história, o jogador mora em uma cidade isolada por zumbis e precisa sair para pegar mantimentos. Ele deve manter o ritmo da corrida para coletar itens para a sua cidade, como remédios e baterias”, explica Samuel Tonin, gerente de marketing da Bodytech. Ele ajudou a investir no aplicativo e testou o game antes de chegar ao mercado. O “Zombies, Run!” está disponível, apenas em inglês, para iPhone, iPod touch, Android e Windows Phone.

O ‘Zombies, Run!’ junta a lógica dos games, de você ter objetivos e evoluir seu personagem, ao dos aplicativos de corrida, que registram os quilômetros, a velocidade e as calorias perdidas”

Samuel Tonin, gerente de marketing da Bodytech
Quando o grupo de zumbis se aproxima, o jogador deve aumentar seu ritmo de corrida por cerca de 1 minuto. Se os mortos-vivos forem mais rápidos, o jogador perde todos os itens coletados. Cada capítulo dura 30 minutos. “O Zombies, Run! junta a lógica dos games, de você ter objetivos e evoluir seu personagem, ao dos aplicativos de corrida, que registram os quilômetros, a velocidade e as calorias perdidas”, explica Tonin.
A ideia de levar os games para as atividades físicas é tendência nas academias dos Estados Unidos. No último congresso da entidade internacional IHRSA (International Health, Racquet & Sportsclub Association) foram apresentadas esteiras e bicicletas com videogames acoplados. “Você joga uma fase correndo ou pedalando para evoluir no game. A nova geração é instigada por desafios, principalmente eletrônicos”, diz Franco.
Os consoles começaram a unir os videogames aos exercícios físicos em 2006, quando o Wii, da Nintendo, tirou os jogadores do sofá. “Às vezes, você esquece que está fazendo atividade física”, conta Fernanda Julião, de 28 anos, que há um mês faz exercícios com o “Dance Central”, um jogo de dança do Xbox 360 que usa o sensor Kinect para capturar os movimentos dos jogadores, dispensando o uso do joystick.Fernanda, que chega a jogar por duras horas sem perceber, fica cansada e sente dores como em exercícios físicos tradicionais. “Assim como qualquer game, você quer passar das etapas para desbloquear outras músicas e ganhar mais pontos”. Antes do “Dance Central”, Fernanda testou os jogos “EA Sports Active” e “Your Shape Fitness Evolved”, específicos para atividades físicas como musculação e ginástica localização. “Esses games são legais, mas exigem muito e são cansativos para quem está iniciando. Os games de dança são mais divertidos. Você interage mais e esquece que está fazendo atividade física”, conta.

 

Professores de academia também buscam se modernizar e trocam as planilhas em papel por tablets. O personal trainer Renan Guerra, de 27 anos, fez a mudança há quatro meses, quando comprou um iPad em viagem aos Estados Unidos. Desde então, usa o dispositivo para passar os treinos aos alunos.

“Antes, eu imprimia uma planilha e usava uma prancheta para anotar as informações durante os treinos”, conta. “Com o iPad, também uso a câmera para filmar o aluno. Se ele tem alguma dificuldade em entender uma correção, o vídeo é uma resposta visual que ele consegue ter do exercício”.
Atletas profissionais A tecnologia também está cada vez mais presente nos treinos de atletas profissionais. Com um nível de desempenho maior, a tecnologia é igualmente mais avançada. Em novembro de 2011, o Grupo Pão de Açúcar inaugurou em São Paulo o Núcleo de Alto Rendimento Esportivo, que usa a tecnologia para melhorar o treinamento de mais de 500 atletas.

 

“A maioria deles tem treino de força, potência e velocidade baseado nos dados que são levantados aqui. Nós somos um grande laboratório de desempenho esportivo”, explica Irineu Loturco, diretor técnico do Núcleo, que conta com mais de 20 tecnologias, como máquinas que fazem medidas dos parâmetros de força, velocidade, potência muscular e cargas para os treinamentos.
Keila Costa, atleta de salto triplo da equipe do Brasil, começou a aproveitar a estrutura do Núcleo em dezembro de 2011. Entre os equipamentos utilizados por Keila está um tapete de contato que calcula o tempo de colagem dela no momento do salto. “A partir desses dados, procuramos as cargas para o seu treinamento”.
Para o técnico Neilton Moura, o uso da tecnologia no Núcleo ajudou a controlar as cargas utilizadas por Keila nos treinamentos. “Às vezes, a gente pensa que quanto mais carga melhor, mas não é bem assim. É preciso usar uma carga adequada”. Para Keila, a tecnologia do Núcleo só tem ajudado. “Eu treino desde os 10 anos e é a primeira vez que tenho um acompanhamento direto”, conta. “Antes, eu não tinha como comparar a minha evolução. Sinto que estou bem, mas preciso desse parâmetro que me faz viajar e competir mais animada”.

Veja games para atividades físicas:

Nome Descrição Preço
Zombies, Run! (Foto: Reprodução)

Zombies, Run!

O game conta uma história dividida em 23 capítulos, em áudio, enquanto o usuário corre com os fones de ouvido conectados ao smartphone. O jogador deve manter o ritmo da corrida para coletar os itens para a sua cidade, que está cercada por zumbis. Disponível para iOS por US$ 8 (acesse aqui), para Android por R$ 14,57 (acesse aqui) e para Windows Phone por R$ 16 (acesse aqui).
Dance Central (Foto: Reprodução)

Dance Central

Dance Central é um jogo de dança do Xbox 360 que usa o sensor Kinect para capturar os movimentos dos jogadores, dispensando o uso do joystick. O objetivo é imitar os passos de dança que aparecem na tela no tempo certo e da forma mais correta possível, o que dá pontos ao jogador. Disponível para Xbox 360 por R$ 100 (acesse aqui).
Your Shape Fitness Evolved 2012 (Foto: Reprodução)

Your Shape Fitness Evolved 2012

O jogo de fitness criado pela Ubisoft inclui mais de 90 horas de atividades, como aulas de yoga, dança latina e exercícios localizados para braços e pernas. Disponível para Xbox 360 por R$ 130 (acesse aqui).
Zumba Fitness (Foto: Reprodução)

 

Zumba Fitness

O jogo Zumba Fitness foi desenvolvido pela Pipeworks Software e publicado pela Majesco Entertainment e traz exercícios com ritmos latinos, como salsa, mambo e flamenco. O game tem 30 diferentes faixas de músicas e rotinas. Disponível para Wii, PlayStation 3 com PlayStation Move e Xbox 360 com Kinect.

Confira abaixo aplicativos esportivos:

Nome Descrição Preço
RunKeeper (Foto: Reprodução)

RunKeeper

O aplicativo usado por mais de 10 milhões de pessoas no mundo registra os dados de corridas e caminhadas por meio do GPS para fornecer dados como distância, tempo, velocidade e calorias. Gratuito para iOS (acesse aqui) e Android (acesse aqui).
Nike+ Running (Foto: Reprodução)

Nike+ Running

O aplicativo da Nike mapeia corridas e monitora o progresso do usuário por meio do GPS e do acelerômetro, que registram a distância, a velocidade e o tempo de trajeto. Gratuito para iOS (acesse aqui) e Android (acesse aqui).
NPT Boom (Foto: Reprodução)

NPT Boom

O aplicativo sincroniza as músicas do celular com as vozes de atletas profissionais, como Lebron James, que dão mensagens de motivação ao usuário durante os treinos. Gratuito para iOS (acesse aqui) e Android (acesse aqui).
Runens (Foto: Reprodução)

Runens

O aplicativo usa o GPS do smartphone para mostrar, em tempo real, onde seus amigos estão correndo pelo mundo. O programa também dá medalhas, como no Foursquare, aos usuários que correm na chuva, por exemplo. Disponível apenas para iOS por US$ 1 (acesse aqui).
Running Pace Calculator (Foto: Reprodução)

Strava Cycling

Aplicativo específico para atividades com bicicleta mostra distância, altitude, velocidade e calorias gastas durante o percurso. O programa ainda conta com mapas e perfis de elevação. Gratuito para iOS (acesse aqui) e Android (acesse aqui).
Running Pace Calculator (Foto: Reprodução)

Running Pace Calculator

O sistema permite calcular dados de corridas feitas sem o smartphone e encontrar o melhor ritmo para o usuário, baseado no tempo e na distância percorrida. Gratuito para iOS (acesse aqui) e Android (acesse aqui).

Fonte:http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/08/tablets-videogames-e-aplicativos-ajudam-esportistas-manter-forma.html

 

 

 

 

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